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Aço: Brasil mantém nono lugar, ameaçado pela Turquia

  O Brasil manteve-se em nono lugar na produção mundial de aço em 2011, quase atropelado pela Turquia. A informação é do relatório publicado nesta manhã pela World Steel Association (WSA).
 
O país fechou o ano com produção de 35,2 milhões de toneladas de aço bruto, um aumento de 6,8%, praticamente no calcanhar da Ucrânia (35,3 milhões de toneladas) e pouco à frente dos turcos.
 
A siderurgia turca vem ganhando impulso ano a ano. Em 2011, apresentou crescimento de 17%, para 34,1 milhões de toneladas. O país tem se tornado, inclusive, um incômodo às usinas brasileiras com suas agressivas exportações de produtos longos e até de aços planos.
 
A siderurgia brasileira desacelerou-se no decorrer do ano por conta do esfriamento econômico do país, que levou a menor demanda por aço, principalmente de aços planos. Previa fabricar 38 milhões de toneladas, volume revisto duas vezes no ano.
 
Clientes automotivos, de linha branca e máquinas e equipamentos são os grandes clientes desse segmento. A forte entrada de bens importados nessas áreas vem tomando mercado das usinas de planos.
 
O material importado, principalmente da China, Ucrania, Coreia do Sul e Turquia, abocanhou fatia de 18% do consumo aparente de aço do país, que fechou em 25 milhões de toneladas em 2011.
 
Obras e infraestrutura e o mercado imobiliário para residências e edifícios comerciais garantiram maior consumo para aços longos.
 
A previsão de analistas para a demanda neste trimestre é negativa para ambos os segmentos, com impacto nos resultados das siderúrgicas que atuam no país – CSN, Usiminas, Gerdau, ArcelorMittal e Votorantim.


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